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E agora eu faço o quê?

Melissa Almeida
Escrito por Melissa Almeida em 11/05/2020
E agora eu faço o quê?
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Num dia normal de trabalho, lá pelo meio do expediente, seu colaborador que atua no monitoramento de imagens presencia uma cena semelhante com a imagem acima.

Infelizmente imagens como esta ainda se repetem e não estão mais restritas a ambientes domésticos.

Equipamentos eletrônicos instalados em comércios, ruas, elevadores denunciam que a violência contra mulher é possível de ser vista em qualquer ambiente. Os agressores são flagrados em qualquer hora, em qualquer lugar.

É claro que sabemos que numa situação dessas o profissional é orientado a acionar a polícia o mais rápido possível.

Com acesso a esses equipamentos de segurança não tem como ignorar essas atitudes e ficar alheio.

Mas veja bem, não estou aqui dizendo pra ir lá e interferir na situação, mas sim para agir como um agente transformador, fazer a sua parte na tentativa de coibir esse ato irracional que alguns homens insistem em praticar.

No entanto, é preciso treinar seus profissionais para se antecipar a ato mais violento.

Observar que um empurrão, um puxão de cabelo, ou qualquer outra situação semelhantes a estas, também indicam abuso.

Mas não é um treinamento puro e simples, passa também pela sensibilização e conscientização destes funcionários. De orientá-los a entender e perceber que a violência não está simplesmente no soco ou no chute e sim, na forma como a mulher é vista e tratada.

Em março do ano passado a própria ABESE – Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica iniciou uma campanha com intuito de usar as ferramentas e tecnologia deste ramo para investir em ações que visem combater a violência contra a mulher e em consequência o feminicídio.

As imagens podem usadas em inquéritos, ajudam a identificar os suspeitos.

Mas você pode fazer mais do que isso.

Como disse anteriormente, a sua equipe pode ser aliada no combate a esse crime bárbaro e sem sentido.

Violência contra a mulher é crime, parece clichê dizer isso né?

No entanto tem gente que acredita que é só “um tapinha” e que mulher gosta de ser tratada assim.

E você vai ficar de braços cruzados?

Tem alguma dúvida? Nós te ajudaremos, envie uma mensagem no Whatsapp (49) 9.9817-3953 ou encaminhe um e-mail para: contato@centraldevagas.com

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