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Liderança Vulnerável

Melissa Almeida
Escrito por Melissa Almeida em 07/12/2020
Liderança Vulnerável
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Neste momento de pandemia, todos nós vivemos situações inusitadas e desconhecidas, temos muito mais dúvidas, muito mais perguntas do que respostas.

Isso significa que o papel da liderança também está passando por esse momento de incerteza. Ele também tem questionamentos, tem receios e está numa posição de bastante vulnerabilidade.

Sim, vulnerável. Mas eu diria que ele não está vulnerável e sim é vulnerável. Como todo ser humano aliás, porém exerce uma atividade que muitas vezes o impede de admitir essa fragilidade.

Quando procuramos no dicionário o significado de vulnerável, encontramos definições como frágil, indefeso, suscetível. Ou seja, tendência a ferido, derrotado.

Então você pode pensar: “um líder não pode demonstrar isso para sua equipe”.

Mas ao contrário do que você imagina, essa vulnerabilidade significa que o líder também é uma pessoa em busca de crescimento.

O fato de não saber tudo ou de não ter a resposta no momento em que é questionado representa seu lado humano. E ao contrário de afastá-lo da equipe, essa vulnerabilidade pode facilitar a conexão emocional, tantas vezes necessária para motivar a equipe.

Quando um líder se apresenta como uma pessoa em constante transformação, que admite erros e reconhece fraquezas, ele traz para o seu lado os membros mais leais da equipe. Aqueles que se reconhecem e que estão dispostos à cooperar e atingir os melhores resultados juntos.

Ao reconhecer essa fragilidade, você se desarma e vai em busca de melhoria. Vai estudar, vai fazer cursos, vai buscar parcerias. É quando escolhe por exemplo uma pessoa para sua equipe que é ótima naquilo que você não domina. Dessa forma você supre a necessidade e cria oportunidade de aprender com quem sabe.

Um líder não nasce pronto, não nasce dominando todos os temas necessários para desenvolver suas atividades. Ele tem sim algumas facilidades. Tem o que chamamos de hard skills (habilidades profissionais e técnicas), mas as soft skills (habilidades subjetivas, ligadas à personalidade, valores) vão se desenvolvendo com o tempo.

Segundo a pesquisadora e escritora Brené Brown: “vulnerabilidade não é vitória ou derrota; é compreender a necessidade de ambas, é se envolver, se entregar por inteiro”.

Ou seja, um líder que admite sua vulnerabilidade tem mais chances de ser criativo para superar as dificuldades.

Tende a ser mais genuíno e coerente, pratica a tão falada empatia e com isso se conecta mais à equipe.

E todos nós sabemos que uma equipe feliz é uma equipe mais produtiva.

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