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Sociedade e Casamento, o que eles têm em comum?

Melissa Almeida
Escrito por Melissa Almeida em 28/05/2020
Sociedade e Casamento, o que eles têm em comum?
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Nesse momento de crise econômica, pode ser que alguém pense que a solução seria encontrar um sócio investidor ou fazer a fusão de duas ou mais empresas, como alternativa para manter seu negócio funcionado.

Tomada essa decisão, é preciso escolher com muito cuidado quem será essa ou essas pessoas.

Assim como num casamento a pergunta é:

– Será que essa pessoa é a ideal pra mim?

– O que nós temos em comum e no que divergimos?

– Será mesmo que eu preciso me “casar”?

Seu sócio passará a ser parte da sua vida e do seu dia a dia. Como num casamento, as decisões serão em conjunto.

Se você já é casado deve lembrar dos votos: “na alegria e na tristeza; na saúde e na doença, etc.”

Brincadeiras à parte, numa sociedade você tem que ter em mente que não estará mais só. Por isso deve considerar as seguintes características:

    • Confiança – sentir-se seguro é essencial.

    • Recursos – não só financeiros, mas de habilidades, conhecimentos, afinal vocês terão que se completar.

    • Personalidade – como citei acima, você vai passar muito tempo com seu sócio, às vezes mais até que com sua esposa, então a relação tem que ser boa. Precisa haver compatibilidade, pois acabar uma sociedade pode ser tão ou pior que um divórcio. Sai caro e é doloroso.

    • Entusiasmo: os sócios devem ter os mesmos sonhos e objetivos, assim fica mais fácil manter o comprometimento.

Outra questão relevante é a da participação nos negócios.

Fazer um contrato onde se alinhe todos os objetivos e obrigações é essencial. Descreva de modo claro as participações financeiras de cada um, quais as porcentagens que cabe a cada um, se ocorrerá remuneração por atribuições operacionais ou somente participação no lucros.

Um contrato de grande abrangência pode parecer exagerado e até demorado pra entrar num consenso, mas fará muita diferença na hora de questionamentos financeiros ou na ruptura da sociedade.

Quando se constitui uma sociedade, diminui o investimento de cada, une-se e aumenta a força de trabalho.

Por isso, tal qual como num casamento, a escolha do parceiro é fundamental para evitar conflitos que possam levar o negócio “por água abaixo”.

Afinal, ninguém casa pensando em se separar não é mesmo?

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